Curiosidades - Sistema Campo Limpo - inpEV
Sistema Campo Limpo

Curiosidades

Você Sabia?

  • Que os defensivos agrícolas são classificados de acordo com a especificação de sua ação?

    • Os defensivos agrícolas, também conhecidos como agrotóxicos, pesticidas ou praguicidas, são substâncias ou misturas de substâncias químicas utilizadas para prevenir, destruir, repelir ou inibir a ocorrência ou efeito de organismos vivos capazes de prejudicar as lavouras. Os principais tipos de defensivos são:

      Herbicidas

      Destinados a eliminar ou impedir o crescimento de ervas daninhas. Podem ser classificados de acordo com sua atividade, uso e modo de ação sobre o mecanismo bioquímico da planta. Podem ser também segmentados em: herbicidas não seletivos (que destroem todas as plantas) e seletivos (aqueles que atacam unicamente a praga, preservando a lavoura).

      Inseticidas

      Produtos à base de substâncias químicas ou agentes biológicos destinados a eliminar insetos. Há três grandes famílias de compostos químicos: os organossintéticos, os inorgânicos e os botânicos ou bioinseticidas.

      Fungicidas

      Agentes físicos, químicos ou biológicos destinados a combater os fungos. Também podem eliminar plantas parasíticas e outros organismos semelhantes.

      Acaricidas

      Produtos químicos destinados a controlar ou eliminar ácaros, especialmente em frutas cítricas, como a laranja.

      Agentes biológicos de controle

      Organismos vivos que atuam por meio de uma ação biológica como a de parasitismo ou de competição com a praga.

      Defensivos à base de semioquímicos

      Armadilhas semelhantes aos feromônios naturais, que emanam pequenas doses de gases capazes de atrair e capturar insetos. São específicos para cada espécie de praga e agem em concentrações reduzidas e de baixo impacto ambiental.

      Produtos domissanitários

      Destinam-se às regiões urbanas, com suas principais categorias de produtos divididas em: inseticidas domésticos, moluscicidas, rodenticidas e repelentes de insetos.

      Fonte: http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/export/sites/default/bndes_pt/Galerias/Arquivos/
      conhecimento/bnset/set3507.pdf

  • Qual a relação das pragas das lavouras com a religião?

    • As civilizações da Antiguidade acreditavam que as pragas das lavouras eram castigo dos deuses e, portanto, seu “combate” era realizado com rituais religiosos. Mesmo depois do advento do Cristianismo essa prática persistiu – durante a Idade Média tribunais eclesiásticos “julgavam” as pragas. Existem registros de 90 desses julgamentos entre os séculos XII e XVIII.

      Fonte: http://www.slideshare.net/ticsagudo/a-histria-dos-agrotxicos

  • Como se deu a evolução dos defensivos agrícolas?

    • 2500 a.C

      Os sumérios utilizavam o enxofre no combate a insetos.

      400 a.C.

      O piretro era usado para controlar piolhos.

      Século XIV

      Os chineses começaram a utilizar compostos de arsênio para controlar insetos e desenvolveram outros métodos de controle de pragas, incluindo o uso de ervas, óleos e cinzas.

      Século XVIII

      Com o desenvolvimento da agricultura, passaram a ser utilizados em larga escala fertilizantes e máquinas para plantar sementes, realizar a colheita e processar os alimentos.

      Final do século XIX

      Foram sintetizados diversos compostos químicos para controlar as pragas da lavoura. Esses compostos, porém eram muito tóxicos.

      Início do século XX

      Começaram a ser desenvolvidos os inseticidas orgânicos sintéticos.

      1828

      O Químico alemão Friedrich Wöhler transforma o composto inorgânico cianato de amônio na substância ureia.

      1939

      Durante a Segunda Guerra Mundial foi descoberta da atividade inseticida do DDT (diclorodifenil-tricloroetano), que deu origem aos defensivos agrícolas modernos.

      Fonte: http://www.slideshare.net/ticsagudo/a-histria-dos-agrotxicos

  • Que muitos dos defensivos agrícolas modernos foram desenvolvidos como armas químicas?

    • Embora vários produtos agrodefensivos existissem desde a Antiguidade, os avanços nessa área foram impulsionados pelas grandes guerras mundiais. As tecnologias militares da época desenvolveram muitos compostos químicos para agirem como armas químicas. Com o final dos conflitos, esses produtos foram adaptados para combater pragas e doenças da lavoura, transformando-se em insumos agrícolas.

      Fonte: http://www.sober.org.br/palestra/12/08O389.pdf

  • Que o Brasil perde cerca de R$ 8 bilhões ao ano por deixar de reciclar resíduos encaminhados a aterros e lixões das cidades?

    • O volume de lixo urbano reciclado no Brasil vem aumentando nos últimos anos – apenas entre 2003 e 2008 passou de 5 milhões de toneladas para 7,1 milhões, equivalente a 13% dos resíduos gerados nas cidades, segundo dados do Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre). O setor movimenta cerca de R$ 12 bilhões por ano, mas mesmo assim o país perde em torno de R$ 8 bilhões anualmente por deixar de reciclar os resíduos que são encaminhados aos aterros ou lixões, de acordo com estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) encomendado pelo Ministério do Meio Ambiente. Isso porque o serviço só está presente em 8% dos municípios brasileiros.

      Fonte: http://www.brasil.gov.br/sobre/meio-ambiente/gestao-do-lixo/reciclagem

  • Que o alumínio é o produto mais reciclado no Brasil?

    • De acordo com os Indicadores de Desenvolvimento Sustentável de 2010 do IBGE, 90% das embalagens de alumínio são recicladas no Brasil, graças ao fato de sua sucata ter alto valor no mercado e ao elevado gasto de energia para a produção de alumínio metálico. Para o restante dos materiais, à exceção das embalagens longa vida, os índices de reciclagem variam entre 45% e 55%.

      Fonte: http://www.brasil.gov.br/sobre/meio-ambiente/gestao-do-lixo/reciclagem

  • Que o Brasil é um dos líderes mundiais na produção e exportação de vários produtos agropecuários?

    • Desde o final dos anos 1990, poucos países cresceram tanto no comércio internacional do agronegócio quanto o Brasil. O país lidera o ranking de exportação de café, açúcar, etanol, suco de laranja e também do complexo de soja (grão, farelo e óleo). No início de 2010, um em quatro produtos do agronegócio em circulação no mundo eram brasileiros. A projeção do Ministério da Agricultura é que, até 2030, um terço dos produtos comercializados no mundo seja proveniente do Brasil.

      Fonte: http://www.agricultura.gov.br

  • Que no Brasil Império havia uma grande produção de hortaliças?

    • O livro publicado pela Embrapa “Novos Ângulos da História da Agricultura no Brasil” esclarece que, apesar da crença segundo a qual foram os imigrantes japoneses que iniciaram a produção de hortaliças no país do princípio do século XX, durante a época Imperial já havia uma grande diversidade desses produtos cultivados no Brasil. Em 1850 existiam cerca de 250 variedades de alface plantadas no país, enquanto hoje esse número não chega a dez.

      Fonte: http://www.portaldoagronegocio.com.br/conteudo.php?id=46082

  • Que o primeiro registro sobre degradação ambiental no Brasil tem mais de 400 anos?

  • Que as indústrias de pneus também desenvolvem um sistema de logística reversa?

    • A resolução nº 258 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) obrigou as empresas fabricantes e importadoras de pneus a darem a destinação ambientalmente adequada a seus produtos, proporcionalmente à quantia produzida ou importada. Assim, em 2007, por meio da Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip), foi criada a Reciclanip, que passou a promover a logística reversa de 65% da produção de pneus novos no país. O restante do mercado, em sua maioria importadores, também é obrigado por lei a recolher os pneus colocados em circulação, embora funcionem de forma independente.

      Mais de 700 postos de coleta no Brasil recebem mil toneladas de pneus por dia, correspondentes a 200 mil unidades. Do total recolhido, 36% têm seus componentes separados e reutilizados, por exemplo, como matéria-prima para tapetes de automóveis e borracha regenerada. Outros 35% são triturados e se transformam em asfalto ecológico ou servem de combustível a cimenteiras. 29% deles vão inteiros para as cimenteiras. O aço retirado dos pneus vai para a indústria siderúrgica.

      Fonte: http://viajeaqui.abril.com.br/materias/logistica-reversa-o-exemplo-das-embalagens-de-agrotoxicos

  • Que em apenas uma década o Sistema Campo Limpo evitou a geração de resíduos equivalentes ao total gerado por uma cidade de cerca de 500 mil habitantes em três anos?

    • E mais

      Pesquisa realizada pela Fundação Espaço Eco, a pedido do inpEV, constatou os vários benefícios do Sistema Campo Limpo, desde que foi implantado. Confira!

      curiosidades

      Fonte: Relatório de Sustentabilidade inpEV 2011.

  • Que o Sistema Campo Limpo acompanha a expansão da agricultura brasileira?

    • Segundo o IBGE, em 2011 a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas no país cresceu 6,9%, alcançando 159,9 milhões de toneladas. Esse aumento da produção e a elevação de preços das commodities agrícolas, permitiu que os produtores investissem em tecnologia e produtividade. Daí, o aumento na venda de defensivos agrícolas, que naquele ano cresceu 12%. Para responder a essa crescente demanda, o Sistema tem que investir continuamente na expansão da estrutura de postos e centrais de recebimento, promovendo reformas, ampliações e construção novos postos e centrais.

      Fonte: Relatório de Sustentabilidade inpEV 2011.

  • Que além de coordenar o Sistema Campo Limpo, o inpEV também presta outros tipos de serviços?

    • O inpEV colabora para identificar e remover defensivos agrícolas obsoletos (produtos proibidos por lei) que ainda estão armazenados em propriedades rurais. Entre 2005 e 2011, o instituto retirou do campo mais de 681 toneladas desses produtos, em ações em diversos estados, com o apoio de parceiros locais. Além disso, como referência em gestão da destinação final de embalagens vazias de defensivos agrícolas no Brasil, o inpEV também busca prestar serviços a outros setores, preferencialmente àqueles que envolvem empresas associadas ao instituto. É o caso, por exemplo, do projeto piloto de destinação de embalagens vazias de produtos saneantes desinfestantes de uso profissional (utilizados para controle profissional de pragas e vetores urbanos) na Grande São Paulo, na Grande Recife e na Grande Rio e o estudo de recebimento para o setor de sacarias de sementes tratadas de milho e algodão, em andamento em sete regiões do país.

      Fonte: Relatório de Sustentabilidade inpEV 2011.



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