Divulgação inpEV

Participantes da reunião de centrais do Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia

CAPA

Integração e intercâmbio para crescer juntos

Reuniões regionais de centrais de recebimento proporcionam oportunidade de planejar ações, avaliar experiências e disseminar conhecimento e boas práticas

Desde a adoção de um formulário impresso para comunicar situações de risco de acidente até a definição de sinalização de segurança padronizada para todas as unidades de recebimento, várias iniciativas são discutidas e podem resultar em experiências a serem adotadas em todo o Sistema Campo Limpo. Tais oportunidades acontecem durante as reuniões regionais de centrais de recebimento, realizadas duas vezes ao ano. Com a participação de gestores de todas as centrais do Brasil, os encontros são o momento de avaliar o trabalho, discutir novos processos, compartilhar boas práticas e disseminar conhecimento e orientações diante de novos desafios.

 

Como parte das iniciativas voltadas para a integração de ações, existe o Conselho Nacional de Centrais, composto por um representante de cada região. O órgão se reúne antes das reuniões regionais para alinhar ações, avaliar demandas e validar direcionamentos.

 

 “Um dos grandes objetivos das reuniões é promover a integração entre os envolvidos em torno de planejamento e execução de iniciativas, assim como a avaliação das ações com foco em melhorar sempre. Essas reuniões regionais traduzem a busca constante do Sistema por atuar com excelência”, destaca Antonio Carlos do Amaral, gerente de Operações do inpEV, lembrando que um tema essencial este ano foi saúde e segurança do trabalho. “Não só discutimos como garantir a implementação efetiva de procedimentos e normas obrigatórios por lei, como procuramos ir além, buscando medidas que melhorem as condições de trabalho nas unidades”, destaca. O gerente cita a adoção do rebarbador, instrumento desenvolvido para substituir o uso da faca ao retirar lacres e rótulos das embalagens. “Seu uso reduziu o risco de acidente e foi adotado em todas as centrais.”

Essas reuniões regionais traduzem a busca constante do Sistema por atuar com excelência

Antonio Carlos do Amaral

Reunião de centrais de Santa Catarina e Rio Grande do Sul

João Justi

Olhar criterioso

De setembro a novembro, aconteceram as segundas reuniões regionais de 2018. “São oportunidades de o inpEV identificar pontos de melhoria e de levar informações de maneira mais pessoal, sanando dúvidas que podem ser de vários times”, explica Sheila Cotta, coordenadora de Segurança do inpEV. Algumas reuniões incluíram visitas às centrais para a realização de exercícios práticos de observação. “Notamos que cada um fica atento a diferentes aspectos e a troca de percepções enriquece os processos. A dinâmica mostra como deve ser o olhar do gestor, que tem o papel de ser criterioso no dia a dia”, completa.

 

Os resultados das reuniões podem ser constatados logo após seu término. “O aumento da procura por mais informações ou esclarecimento de dúvidas nos revela o interesse que o tema despertou nas pessoas para concretizar as iniciativas discutidas. Essa busca confirma o engajamento de todos em fazer a operação funcionar da melhor forma possível”.

 

Os responsáveis pelas centrais discutiram ainda o atendimento às exigências legais quanto a segurança e saúde, e tiveram a oportunidade de esclarecer dúvidas de recursos humanos, principalmente, relativas à utilização do e-social. “Boas práticas também são compartilhadas e cada um vê como sua unidade pode adaptar uma boa ideia para aumentar a eficiência”, afirma Rosangela Soto, coordenadora regional de Operações.

Como forma de estreitar uma parceria que tem sido bem-sucedida, a reunião das centrais de recebimento do Rio Grande do Sul e Santa Catarina teve a participação de representantes de órgãos licenciadores e fiscalizadores da região. “Notamos melhora crescente nos resultados e na disseminação da conscientização quando aumentamos a ação conjunta com o poder público, voltada para a divulgação de discurso uniformizado sobre as maneiras corretas de lavar e devolver”, destaca Eurípedes Rodrigues, coordenador regional de Operações.

 

O impacto positivo dessa aproximação reflete-se nos números. “O volume destinado nos dois estados subiu 11,2% entre janeiro e outubro deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado. Nesses mesmos meses, o processamento por operador cresceu 20,6% na região, indicando a melhoria na produtividade.” Esses indicadores foram trabalhados na reunião para mostrar como uma mudança aparentemente pequena pode resultar em grandes resultados. “Mostramos como a adoção de boas práticas por cada um pode resultar em muitos reais economizados, com impacto bastante positivo na operação.”

 

A evolução dos resultados dessas reuniões tem sido comprovada na prática. “Este ano, além de focarmos na gestão de processos administrativos, também nos dedicamos às melhores práticas de segurança nas centrais. Os participantes puderam treinar seu olhar crítico como gestores, durante exercício na central de Barreiras (BA), onde foram convidados a identificar riscos e pontos de melhoria”, explica Ana Telma Soares, coordenadora de Operações do inpEV. Segundo ela, é possível notar um engajamento crescente após as reuniões, que têm sido mais focadas e eficientes. “Temos feedback positivo durante as reuniões e percebemos como as centrais adotam as sugestões de melhoria em suas rotinas”, conclui.

 

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Integração e intercâmbio para crescer juntos

Integração

e intercâmbio

para crescer juntos

Reuniões regionais de centrais de recebimento proporcionam oportunidade de planejar ações, avaliar experiências e disseminar conhecimento e boas práticas

Desde a adoção de um formulário impresso para comunicar situações de risco de acidente até a definição de sinalização de segurança padronizada para todas as unidades de recebimento, várias iniciativas são discutidas e podem resultar em experiências a serem adotadas em todo o Sistema Campo Limpo. Tais oportunidades acontecem durante as reuniões regionais de centrais de recebimento, realizadas duas vezes ao ano. Com a participação de gestores de todas as centrais do Brasil, os encontros são o momento de avaliar o trabalho, discutir novos processos, compartilhar boas práticas e disseminar conhecimento e orientações diante de novos desafios.

 

Como parte das iniciativas voltadas para a integração de ações, existe o Conselho Nacional de Centrais, composto por um representante de cada região. O órgão se reúne antes das reuniões regionais para alinhar ações, avaliar demandas e validar direcionamentos.

 

 “Um dos grandes objetivos das reuniões é promover a integração entre os envolvidos em torno de planejamento e execução de iniciativas, assim como a avaliação das ações com foco em melhorar sempre. Essas reuniões regionais traduzem a busca constante do Sistema por atuar com excelência”, destaca Antonio Carlos do Amaral, gerente de Operações do inpEV, lembrando que um tema essencial este ano foi saúde e segurança do trabalho. “Não só discutimos como garantir a implementação efetiva de procedimentos e normas obrigatórios por lei, como procuramos ir além, buscando medidas que melhorem as condições de trabalho nas unidades”, destaca. O gerente cita a adoção do rebarbador, instrumento desenvolvido para substituir o uso da faca ao retirar lacres e rótulos das embalagens. “Seu uso reduziu o risco de acidente e foi adotado em todas as centrais.”

Olhar criterioso

De setembro a novembro, aconteceram as segundas reuniões regionais de 2018. “São oportunidades de o inpEV identificar pontos de melhoria e de levar informações de maneira mais pessoal, sanando dúvidas que podem ser de vários times”, explica Sheila Cotta, coordenadora de Segurança do inpEV. Algumas reuniões incluíram visitas às centrais para a realização de exercícios práticos de observação. “Notamos que cada um fica atento a diferentes aspectos e a troca de percepções enriquece os processos. A dinâmica mostra como deve ser o olhar do gestor, que tem o papel de ser criterioso no dia a dia”, completa.

 

Os resultados das reuniões podem ser constatados logo após seu término. “O aumento da procura por mais informações ou esclarecimento de dúvidas nos revela o interesse que o tema despertou nas pessoas para concretizar as iniciativas discutidas. Essa busca confirma o engajamento de todos em fazer a operação funcionar da melhor forma possível”.

 

Os responsáveis pelas centrais discutiram ainda o atendimento às exigências legais quanto a segurança e saúde, e tiveram a oportunidade de esclarecer dúvidas de recursos humanos, principalmente, relativas à utilização do e-social. “Boas práticas também são compartilhadas e cada um vê como sua unidade pode adaptar uma boa ideia para aumentar a eficiência”, afirma Rosangela Soto, coordenadora regional de Operações.

Como forma de estreitar uma parceria que tem sido bem-sucedida, a reunião das centrais de recebimento do Rio Grande do Sul e Santa Catarina teve a participação de representantes de órgãos licenciadores e fiscalizadores da região. “Notamos melhora crescente nos resultados e na disseminação da conscientização quando aumentamos a ação conjunta com o poder público, voltada para a divulgação de discurso uniformizado sobre as maneiras corretas de lavar e devolver”, destaca Eurípedes Rodrigues, coordenador regional de Operações.

 

O impacto positivo dessa aproximação reflete-se nos números. “O volume destinado nos dois estados subiu 11,2% entre janeiro e outubro deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado. Nesses mesmos meses, o processamento por operador cresceu 20,6% na região, indicando a melhoria na produtividade.” Esses indicadores foram trabalhados na reunião para mostrar como uma mudança aparentemente pequena pode resultar em grandes resultados. “Mostramos como a adoção de boas práticas por cada um pode resultar em muitos reais economizados, com impacto bastante positivo na operação.”

 

A evolução dos resultados dessas reuniões tem sido comprovada na prática. “Este ano, além de focarmos na gestão de processos administrativos, também nos dedicamos às melhores práticas de segurança nas centrais. Os participantes puderam treinar seu olhar crítico como gestores, durante exercício na central de Barreiras (BA), onde foram convidados a identificar riscos e pontos de melhoria”, explica Ana Telma Soares, coordenadora de Operações do inpEV. Segundo ela, é possível notar um engajamento crescente após as reuniões, que têm sido mais focadas e eficientes. “Temos feedback positivo durante as reuniões e percebemos como as centrais adotam as sugestões de melhoria em suas rotinas”, conclui.