Divulgação inpEV

MAIS DE 200 UNIDADES RECEBEM SOBRAS DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS , COMO A CENTRAL DE RIO VERDE (GO)

CAPA

Destino certo para as sobras pós-consumo de defensivos agrícolas

Sistema Campo Limpo tem mais de 200 unidades preparadas para receber embalagens com sobras pós-consumo

Os agricultores de todo o país que precisarem devolver sobras de defensivos agrícolas utilizados em suas plantações podem contar com o Sistema Campo Limpo para dar o destino ambientalmente correto a esses materiais. Depois da realização de adaptações – que envolveram desde ajustes na estrutura física até treinamento das equipes e obtenção de novas licenças de operação, 103 centrais e 101 postos de recebimento de embalagens estão aptos a receber as sobras.

 

 

“As unidades se adequaram, mantendo o elevado padrão de qualidade das operações, que sempre caracterizou o programa brasileiro de logística reversa e o tornou referência mundial”

João Cesar M. Rando

Como faz com as embalagens vazias, tampas e demais embalagens desde 2002, o Sistema se preparou para destinar corretamente também os resíduos de defensivos agrícolas pós-consumo. Essa iniciativa atende às demandas da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei Federal 12.305/10 e seu Decreto Regulamentador 7.404/10), com relação às sobras que eventualmente ainda estejam com os agricultores. Em dezembro de 2014, foi publicada a resolução Conama 465, com o objetivo de estabelecer diretrizes para o licenciamento ambiental das unidades de recebimento. A nova resolução substituiu a 334/2003 e permitiu a obtenção de licença de operação para recebimento de resíduos de defensivos agrícolas regularmente fabricados e comercializados.

 

A adaptação das unidades do Sistema começou em 2015. Desde então, cerca de 215 toneladas de sobras pós-consumo já foram entregues pelos agricultores. “Com a participação de todos os envolvidos, as unidades se adequaram, mantendo o elevado padrão de qualidade das operações, que sempre caracterizou o programa brasileiro de logística reversa e o tornou referência mundial”, destaca João Cesar M. Rando, diretor-presidente do inpEV.

ESPAÇO PARA RECEBIMENTO DE SOBRAS DE dEFENSIVOS AGRÍCOLAS NA CENTRAL DE BOM JESUS DA LAPA (BA)

O agricultor aproveita a mesma viagem para devolver as embalagens vazias e as sobras

Alexander Santos, gerente de Operações do inpEV

Fizemos, nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, um trabalho junto aos agricultores para que agendem essa devolução e tem funcionado bem

Eurípedes Rodrigues, coordenador regional de Operações do inpEV

Principais mudanças

A preparação das unidades incluiu a definição de um espaço específico para o armazenamento das barricas para acondicionar as embalagens com sobras. Houve treinamento de todas as centrais nesse novo processo de recebimento. “Isso resultou em benefícios para todos. O agricultor aproveita a mesma viagem para devolver as embalagens vazias e as sobras. E, a partir das centrais, o caminhão que transporta as embalagens não-lavadas para incineração, transporta também as sobras para o mesmo destino final, otimizando o transporte”, afirma Alexander Santos, gerente de Operações do inpEV.

 

“Fizemos, nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, um trabalho junto aos agricultores para que agendem essa devolução e tem funcionado bem. Sempre lembramos a todos que não recebemos produtos ilegais, frutos de apreensão ou de contrabando. E reforçamos que não há manipulação do produto nas centrais. Oferecemos facilidade, tranquilidade e segurança aos agricultores, que tinham preocupação em ficar com as sobras nas propriedades”, conta Eurípedes Rodrigues, coordenador regional de Operações.

 

Antes de levar as embalagens com sobras de defensivos agrícolas, os agricultores são orientados a procurar a central de seu município e verificar se a unidade está entre as que já recebem o material. Nas unidades, é possível obter informações e orientações prévias sobre os procedimentos para a devolução das sobras, que também pode ser agendada pelo adEV (Agendamento de Devolução de Embalagens Vazias).

O que pode ser devolvido...

 

- Defensivos agrícolas impróprios para uso (produtos registrados nos órgãos federais competentes, mas que estejam com data de validade vencida ou apresentem avaria que impossibilite seu uso);

 

- Defensivos agrícolas cujo registro foi cancelado (sem ter o registro proibido e que não tem mais recomendação de uso).

 

- Embalagens com sobras de defensivos agrícolas dentro da validade, caso o agricultor tenha interesse em efetuar sua devolução.

...e o que não pode

 

- Defensivos agrícolas  falsificados, contrabandeados ou apreendidos por fiscalização por roubo;

 

- Defensivos agrícolas que venceram no canal de distribuição;

 

- Quaisquer defensivos agrícolas  com uso proibido por lei (como BHC).

 

 

 

 

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Destino certo para as sobras pós-consumo de defensivos agrícolas

Destino certo para as sobras pós-consumo de defensivos agrícolas

Sistema Campo Limpo tem mais de 200 unidades preparadas para receber embalagens com sobras pós-consumo

Os agricultores de todo o país que precisarem devolver sobras de defensivos agrícolas utilizados em suas plantações podem contar com o Sistema Campo Limpo para dar o destino ambientalmente correto a esses materiais. Depois da realização de adaptações – que envolveram desde ajustes na estrutura física até treinamento das equipes e obtenção de novas licenças de operação, 103 centrais e 101 postos de recebimento de embalagens estão aptos a receber as sobras.

 

Como faz com as embalagens vazias, tampas e demais embalagens desde 2002, o Sistema se preparou para destinar corretamente também os resíduos de defensivos agrícolas pós-consumo. Essa iniciativa atende às demandas da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei Federal 12.305/10 e seu Decreto Regulamentador 7.404/10), com relação às sobras que eventualmente ainda estejam com os agricultores. Em dezembro de 2014, foi publicada a resolução Conama 465, com o objetivo de estabelecer diretrizes para o licenciamento ambiental das unidades de recebimento. A nova resolução substituiu a 334/2003 e permitiu a obtenção de licença de operação para recebimento de resíduos de defensivos agrícolas regularmente fabricados e comercializados.

 

A adaptação das unidades do Sistema começou em 2015. Desde então, cerca de 215 toneladas de sobras pós-consumo já foram entregues pelos agricultores. “Com a participação de todos os envolvidos, as unidades se adequaram, mantendo o elevado padrão de qualidade das operações, que sempre caracterizou o programa brasileiro de logística reversa e o tornou referência mundial”, destaca João Cesar M. Rando, diretor-presidente do inpEV.

Principais mudanças

A preparação das unidades incluiu a definição de um espaço específico para o armazenamento das barricas para acondicionar as embalagens com sobras. Houve treinamento de todas as centrais nesse novo processo de recebimento. “Isso resultou em benefícios para todos. O agricultor aproveita a mesma viagem para devolver as embalagens vazias e as sobras. E, a partir das centrais, o caminhão que transporta as embalagens não-lavadas para incineração, transporta também as sobras para o mesmo destino final, otimizando o transporte”, afirma Alexander Santos, gerente de Operações do inpEV.

 

“Fizemos, nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, um trabalho junto aos agricultores para que agendem essa devolução e tem funcionado bem. Sempre lembramos a todos que não recebemos produtos ilegais, frutos de apreensão ou de contrabando. E reforçamos que não há manipulação do produto nas centrais. Oferecemos facilidade, tranquilidade e segurança aos agricultores, que tinham preocupação em ficar com as sobras nas propriedades”, conta Eurípedes Rodrigues, coordenador regional de Operações.

 

Antes de levar as embalagens com sobras de defensivos agrícolas, os agricultores são orientados a procurar a central de seu município e verificar se a unidade está entre as que já recebem o material. Nas unidades, é possível obter informações e orientações prévias sobre os procedimentos para a devolução das sobras, que também pode ser agendada pelo adEV (Agendamento de Devolução de Embalagens Vazias).

O que pode ser devolvido...

 

- Defensivos agrícolas impróprios para uso (produtos registrados nos órgãos federais competentes, mas que estejam com data de validade vencida ou apresentem avaria que impossibilite seu uso);

 

- Defensivos agrícolas  cujo registro foi cancelado (sem ter o registro proibido e que não tem mais recomendação de uso).

 

- Embalagens com sobras de defensivos agrícolas dentro da validade, caso o agricultor tenha interesse em efetuar sua devolução.

...e o que não pode

 

- Defensivos agrícolas  falsificados, contrabandeados ou apreendidos por fiscalização por roubo;

 

- Defensivos agrícolas que venceram no canal de distribuição;

 

- Quaisquer defensivos agrícolas  com uso proibido por lei (como BHC).