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Numero do informativo

SETEMBRO OUTUBRO 2020

Central de Contenda (PR) teve bem-sucedida transição de gestão para o inpEV

Central de Contenda (PR) teve bem-sucedida transição de gestão para o inpEV

SISTEMA EM FOCO

Boas experiências com a gestão integrada de centrais de recebimento

Após a transferência da gestão para o inpEV, unidades registram benefícios para o Sistema Campo Limpo, funcionários e gestores

Dá mais motivação para fazer sempre o melhor e para orientar outros a também fazerem o bem pela natureza, como o agricultor que precisa devolver as embalagens. Estamos bem felizes na central

Antonio Juneo Pereira Ruas

Por anos o Sistema Campo Limpo veio se desenvolvendo, crescendo e tornando-se referência na logística reversa das embalagens vazias dos defensivos agrícolas. Caminho este sendo construído com o trabalho de todos os elos da cadeia produtiva, seja o agricultor, os revendedores e cooperativas com suas associações e a indústria fabricante.

 

Há cerca de 5 anos, iniciaram-se as discussões sobre a gestão integrada das unidades centrais de recebimento pelo inpEV. O Conselho Diretor do Instituto, com a participação de todas as entidades que representam os elos da cadeia, aprofundou essas discussões e, depois de mais de duas dezenas de reuniões realizadas, chegou à conclusão de que essa gestão integrada traria benefícios a todos os elos do Sistema.

 

A vocação de gêneses do inpEV, com foco na gestão do Sistema Campo Limpo, proporcionou o desenvolvimento de processos eficientes, otimizados, com suporte de tecnologias inovadoras e com sistemas de informação e gestão apurados. A visão da gestão integrada deveria potencializar as oportunidades que trariam vantagens para todos. Para o revendedor e cooperativa, tirando o peso e responsabilidade da gestão da central, além de reduzir os riscos e custos, permitindo a eles focarem nas suas principais prioridades estratégicas, que são a comercialização de insumos e atendimento a seus clientes.

 

Operador Antonio Juneo Pereira Ruas, da central de Montes Claros (MG)

Operador Antonio Juneo Pereira Ruas, da central de Montes Claros (MG)

Com o entendimento de todos os membros e entidades do Conselho Diretor, a decisão foi implementada e o inpEV hoje já é responsável pela gestão de mais de 42 centrais. Os resultados atingidos vêm comprovando que a iniciativa foi acertada e está trazendo os resultados esperados.

 

O Instituto vem implementando o planejado, realizando uma transição negociada com as associações, que não só garante a continuidade da operação com excelência, como resulta em ganhos para os canais de distribuição, funcionários e gestores das unidades, assim como para todo o Sistema Campo Limpo. “Além da otimização e maior produtividade, uma gestão integrada com procedimentos padronizados está aumentando a segurança, mitigando riscos e permitindo ao distribuidor dedicar-se mais ao seu negócio”, destaca o diretor-presidente do inpEV, João Cesar Rando.

 

O novo modelo de gestão permite maior agilidade na tomada de decisões e na alocação de recursos, ressalta Antonio Carlos Amaral, gerente de Operações do inpEV. “A governança unificada, beneficia também os colaboradores que encontram oportunidade de capacitação para exercer sua função e crescer profissionalmente. Ao mesmo tempo, os revendedores, que são peças-chaves para o bom funcionamento do Sistema, podem ter o custo de participação reduzido e focar em sua responsabilidade de dar assistência técnica e orientação para os agricultores fazerem a correta devolução das embalagens.” A parceria entre o Instituto e as associações continua também por meio de ações conjuntas nas áreas de educação e comunicação, como a organização da celebração do Dia Nacional do Campo Limpo, do PEA – Programa de Educação Ambiental e realização dos recebimentos itinerantes.

A vivência com uma equipe de alta performance, novas experiências com ferramentas atualizadas do mercado, oferta de cursos complementares e o compromisso com a qualidade são fatores-chave para o desenvolvimento de um trabalho eficaz na unidade

Daniel Shuzo Ikeno

Expertise e estrutura

Com a transferência da gestão das unidades para o inpEV, o Sistema Campo Limpo começa um novo ciclo em que a integração das centrais tem o objetivo de somar e multiplicar, explica o coordenador regional de Operações, Hamilton Rondon Flandoli. “É um ajuste de sintonia fina, que permite aos revendedores/cooperativas se dedicarem mais ao negócio deles, deixando a gestão da logística reversa das embalagens para o inpEV, que tem expertise e estrutura para isso, colocando à disposição das centrais equipes de áreas como Financeiro, TI, Recursos Humanos, Comunicação e Educação”, ressalta Hamilton.

 

As associações de revendas também apontam vantagens na transferência da gestão. “Foi muito positivo para os canais de distribuição deixar uma entidade nacional como o inpEV assumir essa responsabilidade por estar mais preparada do que uma associação regional como a nossa. Quando o inpEV assume com toda sua estrutura, administrativa, trabalhista, até mesmo judicial, dá espaço para a associação fazer seu trabalho de educação e orientação ao produtor rural e atuar como intermediadora entre o inpEV e o agricultor”, explica Régis Augusto Koster Canova, atualmente membro do Comitê da Ararb (Associação das Revendas de Insumos e Agrotóxicos de Rio Brilhante) e presidente da associação no final de 2019, quando aconteceu a transição na central de Rio Brilhante (MS).

 

 

Supervisor da central de Contenda, Daniel Shuzo Ikena, era gestor da central de Contenda durante a administração da Assipar

Supervisor da central de Contenda, Daniel Shuzo Ikena, era gestor da central de Contenda durante a administração da Assipar

A central de Contenda (PR) passou a ser gerenciada pelo inpEV em outubro de 2019. “A transição ocorreu de forma cooperativa e planejada por ambas as partes com meses de antecedência. A integração teve a presença da equipe de Recursos Humanos e Operações, apresentando toda a estrutura organizacional, a padronização de processos e dando todo o suporte para a execução dos trabalhos. Desde então, os indicadores da operação melhoram a cada mês, a unidade foi aprovada sem ressalvas pela auditoria interna e passou também por diversas melhorias”, conta Daniel Shuzo Ikeno, que era gestor da central de Contenda durante a administração da Assipar (Associação dos Revendedores de Insumos Agropecuários da Região Metropolitana de Curitiba) e permaneceu como supervisor da unidade após a transferência para o inpEV, assim como outros três dos quatro funcionários da central. “Para mim como gestor, a vivência com uma equipe de alta performance, novas experiências com ferramentas atualizadas do mercado, oferta de cursos complementares e o compromisso com a qualidade são fatores-chave para o desenvolvimento de um trabalho eficaz na unidade”, enfatiza.

Times motivados

A transferência de gestão na central de Ituverava (SP), em setembro de 2019, representou oportunidade de crescimento profissional para a supervisora Bianca Oliveira Gonçalves Costa. “Comecei há quatro anos como auxiliar de escritório na Fafram (Fundação Educacional de Ituverava), que gerenciava a unidade. Com a mudança, tive a oportunidade de me tornar supervisora e assumir um desafio novo, mas tranquilo porque tenho todo o suporte do inpEV. Só tive a ganhar na transição. É uma nova empresa, que oferece qualidade de vida e excelente ambiente para se trabalhar”, afirma.

 

 

Com a mudança de gestão, tive a oportunidade de me tornar supervisora e assumir um desafio novo, mas tranquilo porque tenho todo o suporte do inpEV. Só tive a ganhar na transição

Bianca Oliveira Gonçalves Costa

A Supervisora Bianca Oliveira Gonçalves Costa foi promovida com a mudança de gestão

A Supervisora Bianca Oliveira Gonçalves Costa foi promovida com a mudança de gestão

A motivação das equipes é uma das melhorias citadas por Jair Furlan, coordenador regional de Operações. “Os funcionários estão mais próximos da liderança e mais informados de seu papel para o sucesso do Sistema. Temos reuniões mensais em que o Rando apresenta para todos os resultados financeiros, operacionais e abre espaço para perguntas e comentários. Eles se sentem valorizados e motivados”, reforça Jair, destacando que a maioria dos funcionários permaneceu nas unidades depois da transferência e se mostra satisfeita com a mudança.

 

Em Teotônio Vilela (AL), o supervisor Licínio de Souza Loureiro também destaca o suporte que recebeu das diversas áreas do inpEV para que ele e outros dois operadores que já atuavam no Sistema se mantivessem estimulados a continuar após a transferência, em julho deste ano. “Hoje temos mais conhecimento sobre o Sistema Campo Limpo e o papel de nossa atividade. O estímulo para capacitação leva a ter ganhos profissionais. Como gestor, o leque se abre e mais do que só uma visão operacional tenho mais experiência gerencial”, afirma. Licínio destaca ainda a continuidade da parceria com a Adraal (Associação dos Distribuidores e Revendedores de Agroquímicos de Alagoas), nas atividades de recebimento itinerante e ações de educação, como o Dia Nacional do Campo Limpo.

 

O estímulo para capacitação leva a ter ganhos profissionais Como gestor, o leque se abre e mais do que só uma visão operacional tenho mais experiência gerencial

Licínio de Souza Loureiro

O Supervisor Licínio de Souza Loureiro, da central de Teotônio Vilela (AL)

O Supervisor Licínio de Souza Loureiro, da central de Teotônio Vilela (AL)

Troca de experiência

Funcionário desde 2004 da Aranav (Associação dos Revendedores de Agrotóxicos de Naviraí), Sidney de Jesus hoje é operador líder da central de Naviraí (MS), que passou para a gestão do inpEV em fevereiro deste ano. “Acompanho desde o começo do trabalho, sempre gostei, mas agora a gente tem mais informação sobre os objetivos, resultados e até do que acontece nas outras centrais. É uma troca de experiências que ajuda muito a aprender com o que os outros estão fazendo. Estou animado com as novidades”, completa.

 

Perceber o alcance da contribuição do seu trabalho é um dos maiores benefícios destacados pelo operador Antonio Juneo Pereira Ruas, da central de Montes Claros (MG), que virou central inpEV em novembro de 2019. Com dez anos de trabalho na Arpanorte (Associação dos Revendedores de Produtos Agropecuários do Norte de Minas), que gerenciava a central até a transferência para o inpEV, Antonio diz que aumentou o sentimento do bem que seu trabalho faz, não apenas na central mas para todo o planeta. “Dá mais motivação para fazer sempre o melhor e para orientar outros a também fazerem o bem pela natureza, como o agricultor que precisa devolver as embalagens. Estamos bem felizes na central”, conclui.

 

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